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title: O que é TCO e como calculá-lo?
description: Neste artigo, explicaremos o que é TCO (Custo Total de Propriedade), a sua importância e como calculá-lo da maneira correta.
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# [O que é TCO e como calculá-lo?](https://blog.qinetwork.com.br/o-que-e-tco-e-como-calcular)

 Escrito por [Henrique Augusto](https://blog.qinetwork.com.br/author/henrique-augusto) | Sep 9, 2019, 12:00:00 AM

O TCO, ou Total Cost of Ownership (Custo Total de Propriedade), é uma métrica de análise com o objetivo de calcular os custos de aquisição e da vida útil de um produto. Também denominado análise de custo do ciclo de vida, o TCO tem como objetivo a obtenção de um resultado que valide ou não a aquisição de uma solução de TI.

Portanto, para calcular o TCO, é preciso incluir o maior número de variáveis possíveis. Tais como os custos de hardware, de licenças dos softwares, amortização, atualizações, upgrades, suporte técnico, downtime, segurança, backups, treinamento, tempo de operação e muitos outros. 

No decorrer deste artigo, vamos entender melhor o que é o TCO, qual é a sua relevância dentro das empresas e como calculá-lo. Confira!

## Como surgiu o conceito de TCO?

A utilização do cálculo de Custo Total de Propriedade se tornou muito popular na área de TI nos anos 1990, quando Bill Kirwin, analista da [Gartner](https://www.gartner.com/it-glossary/total-cost-of-ownership-tco), líder em consultoria de tecnologia, apresentou o conceito ao mercado.

Segundo Kirwin, o TCO é um modo holístico de se realizar uma avaliação de custos de TI a longo prazo, opondo-se ao conceito de TCA (Custo Total de Aquisição), muito utilizado no processo de escolha de plataformas por gestores de TI. 

Vale aqui explicar que o TCO é diferente do [ROI (Retorno de Investimento)](https://www.qinetwork.com.br/roi-o-que-e-e-como-calcular/). Enquanto o TCO reflete não somente o custo da aquisição, mas todos os custos referentes a essa compra, como pessoal, manutenção, treinamento, usuários, falhas, etc., o ROI calcula o tempo necessário para o retorno desse investimento ou para o início da sua lucratividade.

Mas apesar de o TCO ser um conceito bastante simples e que pode ser aplicado até mesmo nas finanças pessoais, é preciso calculá-lo de forma correta, para que ele reflita efetivamente a realidade de uma aquisição dentro das empresas de grande porte.

### A importância do TCO nas grandes empresas

O autor do cálculo de TCO, Bill Kirwin, notou o crescente uso de computadores nas empresas a partir dos anos 80. O interesse fez com que Bill buscasse determinar não somente o custo das máquinas, mas todos os custos atrelados a elas e ao seu uso.

Com o passar dos anos, a importância do TCO foi crescendo, à medida que as tecnologias da informação passaram a fazer parte do dia a dia das empresas. Hoje, o TCO é decisivo para a aquisição e o planejamento de aquisições de ativos que possuam custos inerentes de manutenção e operação.  

Dessa forma, para superar a concorrência e equilibrar o índice de competição globalizada, é preciso que as empresas estejam alinhadas aos conceitos de produtividade e eficiência, além de inovação. E o TCO é mais um desses conceitos, que deve ser levado em conta em todas as áreas, principalmente na área de TI.

## Como calcular o TCO?

Ao realizar os cálculos de TCO, é preciso, primeiro, categorizar os custos em três partes distintas: aquisição, implementação e manutenção ou suporte. A seguir, mostraremos como funciona esse processo e quais fatores podem contrapor cada modalidade de custo.

### **Custos de Aquisição**

Esta etapa é pertinente à compra de softwares e hardwares, levando em consideração:

- compra de equipamentos que vão compor ou atualizar a estrutura do sistema;
- depreciação de máquinas;
- tempo gasto em horas de trabalho para realizar pesquisas mercadológicas (relacionadas à escolha de plataformas e fornecedores).

### **Custos de Implementação**

Em geral, essa etapa avalia:

- contratação de uma consultoria externa, envolvendo configurações de sistema;
- eventuais mudanças nos servidores;
- instalação de hardware e software.

### **Custos de manutenção e suporte**

Nesta etapa, calcula-se toda a implementação de novos sistemas, funcionalidades, garantias, atualizações, licenças, recursos humanos e fornecedores externos.

Vale ressaltar, ainda, que existe a possibilidade de dividir os custos envolvidos em relação à natureza das operações. Ou seja, caso os custos sejam de ordem direta ou indireta.

Dado esse contexto, divide-se da seguinte forma:

### **Custos Diretos**

O aspecto mais marcante desse tipo de custo é que é possível quantificá-lo. Portanto, essa categoria envolve:

- suporte (treinamento, manuais, deslocamento, etc);
- aquisição de softwares (licenças, atualizações, etc);
- gerenciamento (sistemas e redes);
- comunicação (infraestrutura e taxas);
- desenvolvimento de conteúdos e aplicações.

### **Custos Indiretos**

Em geral os custos indiretos são ocultos e não fazem parte do orçamento, dificultando a mensuração do investimento realizado. Esses custos são aqueles envolvidos no suporte casual, tempo de inatividade da ferramenta ou equipamento, bem como a perda de produtividade, e outros processos reparadores e contratempos que ocorrem a longo prazo.

### **A relação do TCO com o G Suite**

Com o [G Suite](https://www.qinetwork.com.br/reducao-de-custos-na-sua-empresa-com-o-g-suite/), o pacote de aplicativos do Google para empresas, muitos dos [custos](https://www.qinetwork.com.br/reduzir-custos-com-tecnologia/) acima citados são mínimos ou até nulos. Isso porque a ferramenta não exige a aquisição de hardwares, por exemplo. Como a plataforma é desenvolvida por meio da computação na nuvem, as empresas não precisam adquirir servidores para implementá-la. Também não é necessária a compra de serviços de help-desk (serviços de apoio e suporte a problemas técnicos). 

Já os chamados “softwares de prateleira”, que ficam armazenados no servidor das empresas, requerem gastos muito maiores, principalmente com infraestrutura, manutenção e renovação de licenças. Para instalar um data center na empresa, por exemplo, é preciso realizar grandes reformas e instalações prediais. Nada disso é necessário com uma plataforma na nuvem, como é o caso do G Suite. 

Por conta do seu uso na nuvem, o G Suite é também escalável e flexível, podendo ser alterado conforme a demanda dos clientes, sem que para isso seja requerida uma maior ou menor infraestrutura. É possível, por exemplo, adicionar ou reduzir o número de usuários a qualquer momento, além de acrescentar aplicativos do [Marketplace](https://gsuite.google.com/marketplace/?hl=pt_BR) que podem ser integrados às ferramentas do G Suite.

Outro aspecto que faz com que o G Suite tenha um TCO menor é não haver necessidade de um funcionário para controlar o data center. Uma vez que isso é realizado também na nuvem, pelo próprio Google. 

## Calculadora de TCO para o G Suite

O Google elaborou uma [calculadora para contabilizar os ganhos](http://mainstayadvisor.com/go/google/apps/) que o G Suite pode proporcionar a sua empresa, alinhada ao conceito de TCO. Ela faz um comparativo entre o TCO do G Suite e da plataforma Office, da Microsoft. Basta preencher os dados da sua empresa que a solução irá mostrar a produtividade e a colaboração do G Suite, a infraestrutura necessária, os custos de hardware e software e ainda fará uma análise do ROI. 

Para entender melhor como o G Suite pode [melhorar a produtividade](https://www.qinetwork.com.br/tecnologia-aumenta-produtividade/) da sua equipe e reduzir custos da sua empresa, entre em contato com a Qi Network, parceira Premium do Google. Auxiliamos os líderes e gestores a realizar um levantamento de quais aplicativos são necessários para seus negócios e como integrar os aplicativos já utilizados na sua organização ao G Suite.

Para entrar em contato com um de nossos consultores, [entre em contato](https://www.qinetwork.com.br/contato/).

*Publicado originalmente em 6 de fevereiro de 2018.*

<https://sucesso.qinetwork.com.br/como-cios-estao-economizando-em-media-304-migrando-para-o-gsuite>

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